terça-feira, 16 de julho de 2013

8 dicas para lidar com gente difícil porém necessária




Caro leitor, caso você não seja uma pessoa difícil, ou se eventualmente possa afirmar que nunca lidou com uma no ambiente de trabalho, tenha a seguinte certeza: um dia terá de enfrentá-la. Esse ser complicado e de temperamento complexo
surgirá na pessoa do seu chefe, do seu colaborador, sócio ou parceiro de negócios. Não há como escapar.


Você deseja trabalhar com pessoas inteligentíssimas, muito eficientes ou extremamente criativas, que no final das contas contribuem muito para a sua conta bancária? Pois é, ninguém é perfeito, e esse tipo de gente traz lá o seu ônus.

Contudo, cientes de que isso não é tão simples assim, destacamos abaixo algumas dicas que certamente trarão a sua contribuição. Vamos lá:

1. Antes de tudo saiba distinguir personalidades complexas e temperamentos difíceis, chatos e impertinentes. O segundo caso merece o mínimo de tolerância;

2. Tenha paciência e estabeleça diálogos construtivos com isenção de posicionamento, respeito diante de argumentações discordantes e colocações bem estruturadas. Isso tende a disciplinar relações intelectualmente agudas;

3. Não se engane, em alguns casos você terá de ceder. Aprenda a fazer isso com o mínimo de prejuízo;

4. Não insista em discussões acaloradas, que rodam em círculo. Caia fora enquanto há tempo, e retome o assunto em uma nova oportunidade, preferencialmente com exemplos concretos e argumentos ainda mais contundentes;

5. Não aceite provocações infantis;

6. Saiba apaziguar ânimos em momentos de grande tensão. Faça cair a temperatura dos debates, para que a razão e o bom senso volte a imperar;

7. Esteja sempre preparado com uma boa estrutura de argumentos, exemplos concretos e tudo aquilo que ajude a mensurar suas colocações

Por último, saiba respeitar o interlocutor, sem permitir ser atropelado, e sempre atento para identificar se o difícil não é você mesmo.


FONTE: Saia do lugar

6 dicas para mitigar riscos em contratações estratégicas




 Por mais tecnologia que se aplique, por melhores métodos que se empenhe, não há empreendimentos sem pessoas. Não há gestão sem uma direção qualificada, e não existe estratégia empregada sem bons pensadores e executores.
Em resumo, sem pessoas a sua empresa não existe. Ao menos por enquanto, mesmo nos casos nos quais equipes muito enxutas conduzem as operações (negócios pequenos na web, por exemplo), ainda assim o peso destes poucos e bons é extremamente relevante. Você conhece algum aplicativo modelado e concebido sem empenho de algum ser humano no processo? A resposta é não. 

 Sendo isto uma verdade, que nos traz uma realidade abrangente interna e externamente (fornecedores), efetivar contratações qualificadas, sejam elas de funcionários, parceiros ou até associados, torna-se uma das atividades de maior risco para a solidez e o bom desempenho do seu negócio. 
Neste contexto, alguns cuidados são essenciais: 

 1. Faça uma análise de aderência cruzando perfis profissionais e de comportamento com as atividades que serão desempenhadas. Um profissional desprovido de senso de organização não pode cuidar das suas finanças; 

 2. Procure sempre trazer pessoas com o máximo de qualificação, entendendo que este conceito é amplo e não pode se resumir à formação acadêmica. De nada valem dezenas de títulos sem uma real capacidade de execução; 

 3. Conte com um contrato detalhado, claro, transparente em sua expressão e que aborde o máximo de situações previsíveis, estabelecendo com precisão direitos, vínculos e responsabilidades; 

 4. Você pode até se permitir trabalhar com profissionais difíceis, mas evite os volúveis. Os extremos da bipolaridade profissional nestes casos podem ser desastrosos. Com os difíceis, alguma calibragem, ajustes e algumas boas e francas conversas podem resolver (desde que em troca a toda essa paciência e dedicação venham alto desempenho e soluções brilhantes); 

5. Descarte os “espertinhos”, extremamente vaidosos, imaturos. Quanto aos desonestos, encerre a conversa de cara. Por fim é importante que saiba lidar com as imperfeições. É a única garantia moral para que as nossas próprias sejam toleradas com o mesmo empenho.

Fonte:http://www.pbrasilnet.com.br/