domingo, 28 de julho de 2013

Gestão de Processos é o Diferencial

Um bom produto é essencial, mas o que diferencia realmente uma empresa das concorrentes para que ela se torne a escolha dos consumidores?





















Hoje, para se diferenciar da concorrência, não basta oferecer um bom produto ou serviço, é necessário promover uma estratégia eficiente de gestão de processos de negócios. Gente, sistemas e processos devem estar integrados, os funcionários devem conhecer a fundo os processos da empresa para a qual trabalham, e esses processos devem estar bem alinhados com o negócio da companhia.

 Apenas assim, a empresa poderá se transformar na escolha principal dos consumidores.

Em algumas corporações, muitas vezes os funcionários não estão familiarizados com esses processos, e nesses casos a percepção do cliente final também não é positiva. Se o cliente não consegue enxergar um valor diferenciado no produto ofertado, certamente escolherá o serviço do concorrente, ainda que, objetivamente, as vantagens oferecidas sejam equivalentes para ambos.

Mas o que significa, realmente, promover processos inteligentes dentro de uma empresa? Em primeiro lugar, é importante ter uma estrutura de TI alinhada ao negócio da companhia. Em algumas das maiores empresas do país, os sistemas de TI ainda são antigos e, pior, nunca estiveram alinhados com a área de negócios, pois nunca se acreditou que as duas áreas fossem tão complementares. Hoje, informação é poder, e as informações de uma empresa devem estar indexadas de forma eficiente e facilmente acessível. Com uma modernização dos sistemas, é possível mapear e automatizar todos os processos, tornando a operação mais eficiente como um todo. E o diálogo aberto entre as diferentes áreas da companhia também permitirá que aquele que interage diretamente com o cliente final saiba endereçar os desafios apresentados por ele.

Uma melhor gestão de processos se faz necessária em todas as áreas da economia, mas, em algum dos setores, sua relevância é ainda mais crítica. No segmento de telecomunicações, por exemplo, onde quase todos os concorrentes oferecem o mesmo produto, é imprescindível que o cliente tenha uma boa percepção de como é atendido. Isso significa que os funcionários devem conhecer os processos da empresa bem o suficiente para lidar com as demandas do cliente. Quantas vezes não nos deparamos com um atendente de telemarketing que não entende o problema nem conhece a solução?

No setor bancário, uma melhor gestão e otimização de processos permite a integração das áreas de TI e negócios, traduzindo-se em mais clientes, mais operações e mais ganhos financeiros. E no setor público, essa mesma gestão permite uma desburocratização da atividade, além de contribuir para um maior acesso à informação e para significativos avanços em toda a atividade.

Em muitos aspectos, a gestão de processos é o novo CRM (Customer Relationship Management). E a vantagem é que há uma série de fornecedores dispostos a ajudar as empresas nesse novo desafio de relacionamento com o cliente e deixar a empresa transparente, da porta para dentro e para fora.

Fonte: Endeavor

Makro implementa processo mais ágil de distribuição de produtos importados

Makro implementa processo mais ágil de distribuição de produtos importados
Rede inova ao buscar parceria com empresa Multilog, para garantir abastecimento das duas 77 lojas, através de um processo integrado de logística
O Makro, um dos maiores atacadistas de autosserviço do País, percebeu a necessidade de ter um processo pelo qual pudesse responder de forma ágil à necessidade de reabastecimento de produtos importados de qualquer uma das 77 lojas da sua rede em 24 estados, além do Distrito Federal. A solução foi criar um estoque regulador integrado a um canal de distribuição de abrangência nacional, que passa a operar neste mês
A parceira nessa operação é a Multilog, empresa de logística com experiência de quase 20 anos no mercado, cujo centro de distribuição fica ao lado do porto de Itajaí, em Santa Catarina, pelo qual chegam todos os produtos importados que são distribuídos às lojas do Makro. Um volume de 1.000 contêineres por ano será operado pela Multilog, que também será responsável pelo abastecimento das 77 lojas com produtos importados, por meio do seu braço de distribuição, o Armazém Geral (AG).

Todas as atividades realizadas pelo AG garantem carregamentos mensais com mais de 210 mil volumes diversificados, em operações de buffer, ou estoque-pulmão, um processo totalmente informatizado, que possibilita o reabastecimento de qualquer item de uma loja até a chegada do próximo lote, completando a logística integrada.

Com esse novo processo, o tempo que o produto importado leva para sair do porto e chegar à loja é reduzido em 50%, ou seja, cai de 20 para dez dias. “A implementação do novo centro de distribuição permite ao Makro aumentar a variedade de produtos nas suas lojas e otimizar os custos, por meio da sinergia de transporte de produtos nacionais e importados, que significa menos veículos rodando, o que também é mais sustentável”, afirma Douglas Souza, diretor de supply chain do Makro.

Diferencial competitivo, sem aumentar custos da operação

A premissa do Makro é adquirir a quantidade necessária de produtos importados como vinhos, alimentos, molhos de tomate, azeite, além de artigos de utilidades domésticas e porcelanas, para suprir um estoque regulador, que permita abastecer as lojas de acordo com a performance de cada uma, evitando enviar os lotes de uma única vez para toda a rede, o que muitas vezes gerava um estoque estático no ponto de venda.

Antes, quando um contêiner chegava, o conteúdo era dividido e distribuído de uma só vez para as 77 lojas e se esperava que cada unidade consumisse todo o carregamento designado a ela. Também havia o risco de formar um estoque maior do que o necessário no armazém, ou haver rupturas no abastecimento, pois se determinado produto esgotasse numa loja, para repô-lo, era necessário aguardar a chegada de um novo contêiner. A transferência entre lojas também não era uma opção viável.


A diferença com o novo centro de distribuição é que a distribuição do lote de produtos importados é feita loja a loja, de acordo com a necessidade de cada uma, e a resposta para uma correção no abastecimento é imediata, pois os produtos estão disponíveis no buffer, ou seja, não ficam estocados no armazém e possuem uma data limite da saída.

Fonte : Portalnovarejo

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O desafio da sincronização e compartilhamento de dados corporativos

                            

Áreas de TI devem criar soluções simples para que os funcionários possam acessar dados sem deixar de lado orientações e políticas de TI

O crescimento acelerado da geração de conteúdo e de dados, muitos dos quais não estruturados, tornou-se um dos maiores motivos para a adoção da infraestrutura em nuvem. Uma vez analisados, esses ativos geram valor e podem revelar inteligências que, quando aplicadas às decisões de negócios, fazem diferença significativa para os resultados da empresa. No entanto, esse crescimento é acompanhado de um imenso volume e variedade de dados que podem ir além da capacidade de infraestrutura existente, causando ‘dores de cabeça’ para gerentes de TI e seus orçamentos.

Muitas organizações adotaram a infraestrutura em nuvem como forma de amenizar as questões de capacidade e custos associados ao crescimento de dados e conteúdos não estruturados. Apesar do modelo de entrega em nuvem escolhido, ou do mix de modelos, se eventualmente acabarem optando por nuvens (privadas ou públicas) é certo que as companhias darão alta prioridade à escolha de um provedor de serviços em nuvem que desenvolva sua infraestrutura e serviços sobre plataformas que possam garantir altos níveis de serviço e tecnologias e que possam oferecer acesso rápido e confiável a todos os dados, quando e onde forem necessários.
Ainda assim, a necessidade de acesso seguro e confiável torna-se ainda mais crítica levando-se em consideração as necessidades da equipe consumerizada de hoje, aliadas às demandas em termos de segurança ecompliance da TI corporativa. À medida que a velocidade com que fazemos negócios se acelera, os usuários passam cada vez mais a tomar os assuntos em suas próprias mãos, utilizando seus próprios dispositivos e aplicativos de uso pessoal para o compartilhamento de arquivos, sem esperar a permissão da área de TI. Para os funcionários, a possibilidade de acessar a informação de que precisam, no formato em que precisam, quando e onde precisam - esteja ela armazenada internamente ou externamente - pode representar a diferença entre sucesso e fracasso.
Os riscos de se incorporar esses serviços ao ambiente corporativo são evidentes: vazamento de dados e perda de propriedade intelectual, violação de compliance regulatória para confidencialidade e retenção, e exposição de redes corporativas a ameaças externas. Além disso, esses serviços não deixam espaço para controle ou visibilidade no ambiente de compartilhamento, causando desafios significativos para os departamentos de TI que têm a tarefa de auditar o fluxo de conteúdo dentro e fora de suas redes corporativas.
Em resposta a tudo isso, tem-se esperado dos profissionais de TI algo praticamente impossível: ajudar os funcionários a acessarem os arquivos de que eles necessitam para trabalhar, a partir de qualquer dispositivo, a qualquer hora, mas de maneira que garanta a segurança, a visibilidade e o controle que a TI corporativa demanda e os padrões de informação que requerem.
Devolvendo o controle para a TI: considerações para a compra de soluções “sync and share” corporativas
A resposta a esse problema não é a aplicação de políticas duras e inflexíveis, já que, dessa forma, os usuários apenas encontrarão outra maneira improvisada de conseguir os dados de que precisam para gerar produtividade. Departamentos de TI devem providenciar soluções para que os funcionários possam ter acesso aos dados quando precisarem deles, de forma simples e eficiente, sem deixar de cumprir as orientações e políticas de TI.

Essa mudança trazida pelo BYOD levou à popularização das ferramentas de sincronização e compartilhamento baseadas na nuvem, como o DropBox e o Box. E novas companhias com histórico de soluções em nuvem e virtualização sync and share entram no mercado todos os dias. Na verdade, um relatório recente da IDC estima que o mercado atinja R$ 20 bilhões até 2015.
Com todas as escolhas disponíveis hoje, como uma organização pode saber o que é certo, tanto para seus negócios quanto para seus funcionários?
Aqui estão algumas considerações importantes para compra de soluções corporativas sync and share:
1 - Segurança e Gerenciamento de Risco: Os funcionários assumem grandes riscos quando enviam dados para soluções em nuvem voltadas ao uso pessoal que não cumprem os requisitos de segurança e proteção de dados comumente prometidos. Ao pesquisar soluções para ambientes corporativos, coloque a segurança como prioridade máxima e programe apenas aquelas que oferecerem criptografia em nível corporativo. Ao fazer isso, a área de TI pode garantir o cuidado máximo quanto à segurança de dados e questões ligadas à governança, eliminando o risco de expor propriedade intelectual e aderir a padrões regulares de compliance.
 2 - Armazenamento e Utilização de Rede: Confiar em anexos de e-mail, sistemas de gerenciamento de conteúdo, cópias ou dispositivos dos próprios usuários, em backups e em servidores de arquivos, leva ao armazenamento e utilização ineficiente da rede, graças à alta duplicação de arquivos e aos custos com gerenciamento de dados. Com os usuários gerando e compartilhando cada vez mais cópias de dados, exacerba-se a ineficiência em armazenamento da rede e passa-se a armazenar dados em dispositivos, aplicativos e nuvens não autorizados, tirando os dados da área controlada e da governança da TI da empresa. Ao implementar localmente uma solução de sync and share de arquivos,  você pode reduzir os custos operacionais ligados ao gerenciamento de dados e simplificar sua infraestrutura, o que permite custos e capacidades similares a soluçõesout-sourced, porém com maior controle e segurança
 3 - DNA Corporativo: Ao avaliar soluções para resolver seus dilemas de sincronização e compartilhamento, busque aquelas desenvolvidas a partir do zero para o ambiente corporativo, e não aquelas que se utilizam de nuvens públicas ou voltadas ao uso pessoal para seus ambientes de armazenamento. A melhor abordagem é permitir a sincronização e o compartilhamento de arquivos de dentro do ambiente de TI da própria empresa, o que permite aos usuários acessarem dados e trabalharem em colaboração a partir de qualquer dispositivo, de qualquer local e a qualquer hora. Isso devolve o controle às mãos dos negócios, e garante que soluções de compartilhamento de arquivos sejam implementadas com total segurança e supervisão corporativa.
Dispositivos e tecnologias pessoais sempre serão populares. É vital que os negócios busquem soluções para a sincronização e para o compartilhamento de arquivos desenvolvidos especialmente para o ambiente corporativo, já que essas soluções estimulam o trabalho em equipe de forma criativa e contínua por meio do acesso seguro a conteúdo de forma verdadeiramente eficiente.
Ao manter esses pontos-chave em mente e ao compreender as necessidades, tanto dos negócios quanto de seus funcionários, desde o início, a TI pode escolher a solução certa para a sincronização e o compartilhamento de arquivos que garanta o melhor dos dois mundos em termos de funcionalidade e certeza de que as demandas do consumidor por serviços móveis sejam atendidas com a mais alta confiabilidade.
(*) Marcelo Sales <i>é File and Content Director da Hitachi Data Systems para a América Latina</i>