quarta-feira, 25 de setembro de 2013

10 aplicativos para melhorar a rotina de trabalho



Aproveitar a tecnologia para facilitar as atividades diárias é uma das maiores armas dos empreendedores nos dias de hoje. Combater a falta de tempo e até mesmo o excesso de informações se tornou mais simples através dos muitos aplicativos (apps) criados nos últimos tempos.

Esses aplicativos auxiliam nas tarefas relacionadas ao gerenciamento de seu negócio.
Um smartphone é capaz de concentrar todos os recursos necessários para a rotina do empreendedor: agenda de contatos, calendário com lembretes, bloco de notas para ideias, apresentações, videoconferência, gerenciador de e-mails e mais uma infinidade de soluções.
Os apps abaixo são ideais para facilitar o dia a dia de trabalho de micros e pequenas empresas e as deixar mais competitivas.Inspirado pelo levantamento de aplicativos do UOL, que ouviu nove especialistas e empreendedores de diferentes áreas, o Dinheirama resolveu aproveitar as indicações e somar com mais algumas sugestões do Conrado Navarro (@Navarro).

99Taxis

O 99Taxis é ideal para empreendedores que sempre viajam a trabalho, ou ainda para quem opta pelo transporte de taxis nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Através de geolocalização, o aplicativo chama o táxi mais perto de você.
“Funciona muito. É mais rápido e seguro do que esperar um táxi na rua”, diz Thays Aldrighe, consultora de comunicação e sócia da Sonne Branding, empresa de gerenciamento de marcas.

12Calc

Mais uma boa dica para quem trabalha no setor financeiro é o aplicativo 12Calc. Basicamente, o aplicativo é a simulação da calculadora financeira HP 12c, ou seja, com ele você soluciona diversos problemas financeiros rapidamente pelo seu smartphone.

XE Currency

Aplicativo para cotações de moedas de todo o mundo a poucos “toques” na tela de seu smartphone.
“Uso diariamente. Atualmente trabalho com quatro moedas e é uma ferramenta essencial antes de fazer pagamentos, saques e investimentos”, declara Fernando Rodovalho, diretor e sócio da Hawk International, empresa de comércio exterior.

Feedly

O Feedly é uma boa dica do Conrado. O app transforma todo conteúdo de seus sites preferidos em uma coletânea interativa de textos, imagens e vídeos. Sobretudo, ele é capaz de juntar RSS, canais do YouTube, blogs, podcasts, Tumblr e tantas outras fontes de informação. Aproveite e assine o feed do Dinheirama.

Grubster

O Grubster é outro bom aplicativo para quem tem reuniões frequentes com clientes. Ele permite fazer reservas em restaurantes que estão próximos de você. O usuário paga uma taxa de R$ 10 por reserva e ganha 30% de desconto no valor da conta. São cerca de 400 restaurantes cadastrados em várias capitais do Brasil.
“Ele me permite achar os restaurantes à minha volta e posso levar potenciais clientes da minha startup em lugares bons e com economia de 30%”, diz Gustavo Marques , fundador da LiveBiz, produtora de plataformas musicais digitais.

Bloomberg

Quem acompanha o mercado financeiro sabe que Bloomberg é o canal de notícias mais importante do mundo. O aplicativo transmite bem o que é o canal: completo. Além de poder ler as principais notícias da hora, você também tem acesso a diversas informações de ações em tempo real.
Ideal para quem precisa tomar decisões rapidamente sobre seus investimentos. Outra boa dica do Conrado.

Waze

Um GPS que, além de exibir mapas e rotas, permite que o usuário tenha acesso a caminhos alternativos indicados por outras pessoas para fugir do trânsito.
“Tenho por hábito consultar o trânsito a caminho de reuniões ou do aeroporto, e o Waze é um excelente aplicativo para isso”, diz Davis Genuíno, sócio da DGSA Sociedade de Advogados.

LinkedIn

A rede social LinkedIn é uma excelente plataforma para gerenciamento de contatos.  Mais do que tudo, é por lá que profissionais podem levantar discussões e marcar reuniões com seus colegas. O aplicativo não tem todas as funcionalidades do site, mas se torna item indispensável para seu smartphone.

Remember the Milk

Excelente aplicativo para listas de tarefas. “Dá para criar listas para tarefas pessoais e do trabalho. É fácil de usar e bem organizado. Com ele, levo minhas tarefas para qualquer lugar e nunca esqueço o mais importante”, declara Marisa Peraro, fundadora da Pró-Corpo Estética.

Dinheirama Online

Por fim, um aplicativo da casa. O aplicativo do Dinheirama Online, nosso software de controle financeiro pessoal, é outra ferramenta indispensável para aqueles que querem organização em seu orçamento. Você pode fazer o download do app para iOS (baixe por aqui) ou para Android (use este link).
Ricardo Pereira (@RicardoPereira) também já abordou esse tema no início de fevereiro. Ele listou os aplicativos favoritos do Dinheirama para seu smartphone – um artigo bastante interessante para aqueles que estão em busca de novos apps.
Em março, com a realização do South by Southwest (SXSW), eu publiquei um artigo sobre os aplicativos mais inovadores do festival. Nele estão listados alguns apps que têm grande potencial de utilidade e, claro, popularização.
Fonte: UOL. Foto de freedigitalphotos.net.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Por que a TI ainda falha no suporte aos clientes

                     



Embora os departamentos de TI detestem admitir, os funcionários da companhia na qual estão inseridos são, sim, seus clientes
É o sonho de qualquer departamento de TI. Se eles pudessem tirar os usuários carentes das suas costas, poderiam ter mai tempo para se dedicar a outras tarefas mais nobres. Mas apesar dos investimentos em bases de conhecimento on-line e soluções de suporte automatizado, a noção de que as organizações podem abandonar o suporte presencial é ainda a coisa de ficção científica.
Embora os departamentos de TI detestem admitir, os funcionários da companhia na qual estão inseridos são, sim, seus clientes. E muitos deles continuam relatando histórias de péssimo atendimento do suporte de tecnologia.
Em um texto chamado “As seis leis da experiência dos usuários”, Bruce Temkin, atual The Customer Experience Professionals Association (CXPA.org), explora o tema do atendimento ao cliente (seja ele interno ou externo) e apresenta uma série de considerações que devem ser lidas e entendidas por todos os líderes de TI.
A seguir, alguns trechos do documento:
1. Toda interação gera uma reaçãoAs impressões do cliente devem ser levadas em conta quando se trata de avaliar o nível de serviços. Segundo Temkin, de nada adianta os atendentes resolverem o problema do usuário e o chamado constar em uma avaliação formal. “O resultado final é quase inútil quando o cliente ficou horas no telefone esperando uma resposta e teve uma experiência frustrada com a equipe de atendimento”, diz Temkin.
2. É preciso que todos falem a mesma línguaO executivo sugere que os atendentes assumam que, muitas vezes, entendem mais sobre o assunto tecnologia do que seus clientes e deixem de usar termos técnicos e jargões que só especialistas entenderiam. Para ele, essa é uma das principais falhas das áreas de suporte.
3. E que cada um faça o seu trabalho“Mesmo que não acordem já pensando em fazer a vida dos clientes um inferno, os responsáveis pelo atendimento de TI acabam frustrando aqueles que o contatam”, diz Temkin, que complementa: “Cada um tem uma responsabilidade: o pessoal do suporte – como o próprio nome da área já diz – deve ajudar o cliente. Só isso.”
4. Funcionários insatisfeitos não criam usuários satisfeitosTemkin diz que os gestores não podem simplesmente culpar os atendentes pelo mau serviço, eles devem consertar o que está provocando a má realização das tarefas. “Se aumenta a quantidade de trabalho e o mesmo não acontece com o número de funcionários do suporte, é natural que as pessoas fiquem desmotivadas e sobrecarregadas”, afirma ele.
5. Apenas as metas claras podem ser alcançadasSe o gestor não esclarece à equipe de TI que a satisfação dos usuários do suporte é essencial para a continuidade da área, será difícil cobrar os funcionários por isso. Os líderes devem ter metas objetivas e recompensar os colaboradores que as atingirem.
6. Não há meio-termo“Ou a experiência do cliente é uma prioridade da área ou não é”, diz Temkin, que complementa: “Se não há compromisso, não há bom desempenho”.


(http://cio.uol.com.br/gestao/2013/08/30/por-que-a-ti-ainda-falha-no-suporte-aos-clientes)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Conheça os principais impostos e taxas para empreendedores



O bom empreendedor deve ficar atento aos impostos que incidem sobre seu negócio. Os tributos e contribuições que o empresário precisa recolher para os governos federais, estaduais e municipais são variados, dependem do tipo de atividade explorada e são realizados em diferentes datas do mês. 

Pequenas e micro empresas podem optar pelo Simples, um regime tributário que reúne em uma única guia o recolhimento de seis tributos federais (IRPJ, IPI, CSLL, Cofins, PIS/Pasep e CPP), um estadual (ICMS) e um municipal(ISS). 

Fique atento para realizar o pagamento dos tributos na data correta, para evitar a cobrança de multas, juros e correções monetárias. A inadimplência não cancela o CNPJ, mas impossibilita a realização de negócios em que seja necessário apresentar a Certidão Negativa de Débitos. “Existem pesadas penalidades pelo não cumprimento de obrigações acessórias, como a falta de entrega da Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, da DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais ou da Escrituração Contábil Digital, que podem pode chegar a R$ 5.000,00 por mês de atraso”, alerta o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, Domingos Orestes Chiomento. Confira a seguir a lista dos principais tributos e contribuições pagos pelos empresários. 

Tributos federais: 

IRPJ – Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas

Imposto federal, recolhido para a Receita Federal, que incide sobre a arrecadação das empresas. A base de cálculo, a periodicidade de apuração e o prazo de recolhimento variam conforme a opção de tributação (lucro real, presumido ou arbitrado), podendo ser trimestral ou mensal. Confira mais detalhes no site do Banco Central. 

CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro 

Assim como o IRPJ, a contribuição social federal tem apuração e pagamento definidos pela opção de tributação (lucro real, presumido ou arbitrado). Sua administração e fiscalização compete à Receita Federal. O prazo de recolhimento é o mesmo do IRPJ. 

PIS/Pasep – Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público 

A contribuição federal, administrada e fiscalizada pela Receita Federal, é apurada mensalmente sobre o valor do faturamento mensal de empresas privadas, públicas e de economia mista ou da folha de pagamento das entidades sem fins lucrativos. A alíquota varia de 0,65% a 1,65%. O prazo de recolhimento é até o último dia útil da quinzena do mês seguinte. 

Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social 

Contribuição federal que incide sobre o faturamento mensal das empresas. A periodicidade da apuração é mensal e as alíquotas variam de 3 a 7,6%. O prazo de recolhimento é até o último dia útil da quinzena do mês seguinte.  

INSS – Previdência Social 

Todas as empresas que possuem folha de pagamento devem recolher o INSS (Contribuição Previdência Patronal). A alíquota varia de 25,8 a 28,8%, dependendo da atividade da empresa. O cálculo da contribuição é feito em cima da folha salarial. 

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados 

O IPI é um imposto federal que incide sobre produtos industrializados nacionais e estrangeiros. Apurado a cada dez dias, é recolhido até o 3º dia útil do decêndio subsequente – no caso de cigarros e bebidas – ou até o último dia útil do decêndio seguinte – para os demais produtos. 

Tributos estaduais: 

ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicações. Imposto estadual que incide sobre operações relativas à circulação de mercadorias, de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicações, à entrada de mercadoria importada, ao fornecimento de mercadorias com prestação de serviço e ao fornecimento de alimentação e bebidas por qualquer estabelecimento. Por ser um imposto estadual, as alíquotas variam conforme a localidade. De tudo que é arrecadado, 75% ficam para o governo estadual e 25% são repassados aos municípios. 

Tributos municipais: 

ISS – Imposto sobre Serviços O prestador de serviço, empresa ou autônomo é obrigado a recolher o ISS. O valor da alíquota varia conforme a legislação de cada município. A base de cálculo é o preço do serviço, obtido pela receita mensal do contribuinte de caráter permanente ou pelo valor cobrado na prestação de serviço eventual. 

Fonte: http://comoinvestir.blog.br